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"Se você pregar as maiores verdades, mas não vivê-las, você é apenas o maior dos hipócritas, e a alma mais atormentada." Rick Joyner, em A Batalha final
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Festas bíblicas 5770/5771 - 2010

Abr 5 - 1 Nissan - 1º dia do primeiro mês - Rosh Hashanah (Ano Novo)
Abr 19 a 26 - 15 a 22 Nissan - Pessach (Páscoa) e Chag HaMatzot (Pães sem fermento)
Jun 8 - 6 Sivan - Shavuot (Primícias)
Set 29 - 1 Tishrei - Yom Teruah (Trombetas)
Out 8 - 10 Tishrei - Yom Kipur (Dia do arrependimento) 
Out 13 a 19 - 15 a 21 Tishrei - Sucot (Tabernáculos)

Significado de cada festa
Rosh Hashanah - Ano Novo bíblico1º dia do primeiro mês, segundo Êxodo 12.2.
Pessach - É a celebração que recorda a libertação do povo de Israel da escravidão do Egito.
Chag HaMatzot - Semana de pães sem fermento. No sétimo dia também se comemora a travessia do Mar Vermelho.
Shavuot - Dia das Primícias. Também se comemora a entrega da Torah. A palavra significa "semanas", assinalando a compleição das sete semanas entre Pessach e Shavuot, durante o qual o povo hebreu preparou-se para a Outorga da Torah.
Yom Teruá - Dia do toque do shofar, convocando o povo para o Yom Kipur.
Yom Kipur - O dia da expiação, dia do arrependimento, da confissão de pecados e da cobertura dos pecados pelo sangue do sacrifício. Dia em que o Eterno perdoa as transgressões de todo povo de Israel.
Sucot - Festa das Cabanas. Lembra os 40 anos de êxodo dos hebreus no deserto após saírem do Egito.


"O Eterno disse a Moisés e a Arão, no Egito: 'Este deverá ser o primeiro mês do ano para vocês'." Êxodo 12.2 "Estas são as festas fixas do Eterno, as reuniões sagradas que vocês proclamarão no tempo devido: a Páscoa do Eterno, que começa no entardecer do décimo quarto dia do primeiro mês." Levítico 23.4,5 [grifos meus]


Levítico 23
"Disse o Eterno a Moisés: ‘Diga o seguinte aos israelitas: Estas são as minhas festas, as festas fixas do Eterno, que vocês proclamarão como reuniões sagradas:

‘Em seis dias realizem os seus trabalhos, mas o sétimo dia é shabat, dia de descanso e de reunião sagrada. Não realizem trabalho algum; onde quer que morarem, será shabat dedicado ao Eterno.

‘Estas são as festas fixas do Eterno, as reuniões sagradas que vocês proclamarão no tempo devido: a Páscoa do Eterno, que começa no entardecer do décimo quarto dia do primeiro mês. No décimo quinto dia daquele mês começa a festa do Eterno, a festa dos pães sem fermento; durante sete dias vocês comerão pães sem fermento. No primeiro dia façam uma reunião sagrada e não realizem trabalho algum. Durante sete dias apresentem ao Eterno ofertas preparadas no fogo. E no sétimo dia façam uma reunião sagrada e não realizem trabalho algum’.

Disse o Eterno a Moisés: ‘Diga o seguinte aos israelitas: Quando vocês entrarem na terra que lhes dou e fizerem colheita, tragam ao sacerdote um feixe do primeiro cereal que colherem. O sacerdote moverá ritualmente o feixe perante o Eterno para que seja aceito em favor de vocês; ele o moverá no dia seguinte ao shabat. No dia em que moverem o feixe, vocês oferecerão em holocausto ao Eterno um cordeiro de um ano de idade e sem defeito. Apresentem também uma oferta de cereal de dois jarros da melhor farinha amassada com óleo, oferta ao Eterno preparada no fogo, de aroma agradável, e uma oferta derramada de um litro de vinho. Vocês não poderão comer pão algum, nem cereal tostado, nem cereal novo, até o dia em que trouxerem essa oferta ao Deus de vocês. Este é um decreto perpétuo para as suas gerações, onde quer que morarem. ‘A partir do dia seguinte ao shabat, o dia em que vocês trarão o feixe da oferta ritualmente movida, contem sete semanas completas. Contem cinquenta dias, até um dia depois do sétimo shabat, e então apresentem uma oferta de cereal novo ao Eterno. Onde quer que morarem, tragam de casa dois pães feitos com dois jarros da melhor farinha, cozidos com fermento, como oferta movida dos primeiros frutos ao Eterno. Junto com os pães apresentem sete cordeiros, cada um com um ano de idade e sem defeito, um novilho e dois carneiros. Eles serão um holocausto ao Eterno, juntamente com as suas ofertas de cereal e ofertas derramadas; é oferta preparada no fogo, de aroma agradável ao Eterno. Depois sacrifiquem um bode como oferta pelo pecado e dois cordeiros, cada um com um ano de idade, como oferta de comunhão. O sacerdote moverá os dois cordeiros perante o Eterno como gesto ritual de apresentação, juntamente com o pão dos primeiros frutos. São uma oferta sagrada ao Eterno e pertencem ao sacerdote. Naquele mesmo dia vocês proclamarão uma reunião sagrada e não realizarão trabalho algum. Este é um decreto perpétuo para as suas gerações, onde quer que vocês morarem. ‘Quando fizerem a colheita da sua terra, não colham até as extremidades da sua lavoura, nem ajuntem as espigas caídas da sua colheita. Deixem-nas para o necessitado e para o estrangeiro. Eu sou o Eterno, o Pai de vocês’.

Disse o Eterno a Moisés: ‘Diga também aos israelitas: No primeiro dia do sétimo mês vocês terão um dia de descanso, uma reunião sagrada, celebrada com toques de trombeta. Não realizem trabalho algum, mas apresentem ao Eterno uma oferta preparada no fogo’.

Disse o Eterno a Moisés: ‘O décimo dia deste sétimo mês é o Dia da Expiação. Façam uma reunião sagrada e humilhem-se, e apresentem ao Eterno uma oferta preparada no fogo. Não realizem trabalho algum nesse dia, porque é o Dia da Expiação, quando se faz propiciação por vocês perante o Eterno, o Pai de vocês. Quem não se humilhar nesse dia será eliminado do seu povo. Eu destruirei do meio do seu povo todo aquele que realizar algum trabalho nesse dia. Vocês não realizarão trabalho algum. Este é um decreto perpétuo para as suas gerações, onde quer que vocês morarem. É um shabat de descanso para vocês, e vocês se humilharão. Desde o entardecer do nono dia do mês até o entardecer do dia seguinte vocês guardarão esse shabat.

Disse o Eterno a Moisés: ‘Diga ainda aos israelitas: No décimo quinto dia deste sétimo mês começa a festa das cabanas do Eterno, que dura sete dias. No primeiro dia haverá reunião sagrada; não realizem trabalho algum. Durante sete dias apresentem ao Eterno ofertas preparadas no fogo, e no oitavo dia façam outra reunião sagrada, e também apresentem ao Eterno uma oferta preparada no fogo. É reunião solene; não realizem trabalho algum. (Estas são as festas fixas do Eterno, que vocês proclamarão como reuniões sagradas para trazerem ao Eterno ofertas preparadas no fogo, holocaustos e ofertas de cereal, sacrifícios e ofertas derramadas exigidas para cada dia. Isso fora as do shabat do Eterno e fora as dádivas e os votos de vocês, e todas as ofertas voluntárias que vocês derem ao Eterno.) ‘Assim, começando no décimo quinto dia do sétimo mês, depois de terem colhido o que a terra produziu, celebrem a festa do Eterno durante sete dias; o primeiro dia e também o oitavo serão dias de descanso. No primeiro dia vocês apanharão os melhores frutos das árvores, folhagem de tamareira, galhos frondosos e salgueiros, e se alegrarão perante o Eterno, o Deus de vocês, durante sete dias. Celebrem essa festa do Eterno durante sete dias todos os anos. Este é um decreto perpétuo para as suas gerações; celebrem-na no sétimo mês. Morem em tendas durante sete dias; todos os israelitas de nascimento morarão em tendas, para que os descendentes de vocês saibam que eu fiz os israelitas morarem em tendas quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Eterno, o Pai de vocês’.


Assim anunciou Moisés aos israelitas as festas fixas do Eterno."

terça-feira, 29 de setembro de 2009

3 a 10/out: Sucot - Festa dos Tabernáculos

Fonte: http://www.betlehem.com.br/festa_sucot.html

"Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo, será a Festa dos Tabernáculos ao Eterno, por sete dias. A Festa dos Tabernáculos, celebrá-la-ás por sete dias, quando houveres recolhido da tua eira e do teu lagar. Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Eterno, teu Pai, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o Eterno." (Lv 23.34; Dt 16.13; Dt 16.16)

Sucot (cabanas, tabernáculos, tendas) , palavra hebraica plural da palavra Sucah, é o nome dado à Festa que originalmente deveria lembrar o povo de Israel, que durante 40 anos seus antepassados peregrinaram no deserto, e habitaram em frágeis cabanas, feitas de galhos e cobertas com folhas. A fragilidade destas construções, imediatamente remetem todos os seres humanos, (frágeis ante as variações climáticas, às doenças, ao desgaste do próprio tempo), à expectativa de uma vez revestidos da Glória de Deus, com corpos incorruptíveis, nos lembrarmos com gratidão e louvor a Deus pela proteção com a qual Ele nos guardou, quando nós habitávamos em cabanas feitas, de carne, ossos, pele e pêlos. Frágeis, mais amados e protegidos. É disto que fala Sucot.

No decorrer dos quarenta anos no deserto, nos surpreende o desejo de Deus, ordenar a construção de um Santuário (MISHKAN), para que o próprio Deus pudesse habitar no meio do seu povo. Comparação inquestionável do fato de Jesus Cristo, ter vindo a este mundo como homem, para como o IMANUEL (IM = Com; Anu = contração da palavra Anachnu (nós); El = Deus), Deus conosco, Deus habitando entre nós, Deus no meio de nós, Deus tabernaculando, entre nós. Isto que já seria o bastante para nós ainda foi superado, quando o Espírito de Deus, veio habitar o interior dos servos do Senhor.

A doce e maior esperança dos filhos do Altíssimo, é que mais ainda do que Ele vir e estar conosco, é um dia alcançarmos a Terra prometida e nós irmos habitar com Ele, não mais em frágeis tendas, mas, na mesma Glória do Unigênito do Pai, o Primogênito dentre muitos irmãos.

Diferentemente de outras Festas que tiveram seu cumprimento profético em Jesus Cristo no decorrer da história, como O Pêssach (Páscoa), que marca a Nova Aliança de Deus com os seres através da morte expiatória de Jesus Cristo na Cruz do Calvário, e de Shavuot (Pentecostes), que marca o Derramar do Espírito Santo sobre os remidos de Deus, no mesmo dia em que se comemorava a Outorga da Palavra no deserto do Sinai de Deus a Moisés. Agora que a Palavra (O Verbo), se fez carne, e habitara entre os homens, o Espírito que vivificou a Palavra que foi para o Inferno no nosso lugar, agora, se derrama sobre todos aqueles que crêem e que invocam o Nome de Jesus Cristo de Nazaré.

O Sucot no entanto, é uma Festa para ser comemorada na Terra Prometida, quando deixarmos de habitar em Tendas, disto fala o profeta Zacarias que profetiza a celebração desta Festa durante o Milênio em que Jesus Cristo reinar desde Jerusalém sobre todo o mundo.

"Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Soberano dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos. Se a família dos egípcios não subir, nem vier, não cairá sobre eles a chuva; virá a praga com que o Eterno ferirá as nações que não subirem a celebrar a Festa dos Tabernáculos. Este será o castigo dos egípcios e o castigo de todas as nações que não subirem a celebrar a Festa dos Tabernáculos." (Zc 14.16, 18 e 19)

Lembremos que pouco antes da Celebração de SUCOT, ouvimos o bradar do Shofar no YOM TERUÁ (O Dia do Toque do Shofar), que pré-anuncia, a eminente volta de Jesus, que o nosso coração se encha de alegria, porque a nossa redenção é chegada!

Não podemos nos esquecer ao pensar nas Festas, que elas também retratam um momento de colheita na Terra, porque sempre que há Festa, Deus dá motivos para o seu povo se alegrar, e A Festa de SUCOT, é comemorada depois das Chuvas que preparam a Última e maior colheita do Ano, assim se refere a Torah sobre esta Festa:

"Guardarás a Festa da Sega, dos primeiros frutos do teu trabalho, que houveres semeado no campo, e a Festa da Colheita, à saída do ano, quando recolheres do campo o fruto do teu trabalho." (Ex 23.16)

Se na colheita dos primeiros Frutos (Shavuot), O Espírito Santo se derramou de uma forma tão poderosa, que até hoje usamos a expressão "PENTECOSTAIS", imaginem só, o Poder de Deus sendo derramado em nossos dias, nas últimas Chuvas, quando a Maior colheita de Vidas, para o Reino de Deus, for realizada... É disto que estamos falando, é este o momento que estamos vivendo. Nossa redenção é chegado! O Espírito de Deus está para manifestar-se como nunca, preparando a Colheita da saída do Ano, para nosso Deus e Pai.

Por fim algo curioso e notável sobre SUCOT é que sabemos categoricamente que Jesus não nasceu no mês de Dezembro, no que o mundo convencionou chamar de Natal, Festa Pagã, que foi assimilada pela Igreja e que até hoje mostra o quanto a Noiva do Cordeiro se prostituiu com muitos amantes, permitindo a troca das Festas do Cordeiro, que apontam para o propósito profético de Deus para os seres humanos, por festas pagãs que nos afastam do Pai.

Bem, fazendo cálculos com o período em que o Sacerdote Zacarias, pai de João Batista, estava servindo a Deus no Templo, e sabendo que João era seis meses mais velho que Jesus Cristo, encontramos o nascimento de João na época da Páscoa e por conseqüência seis meses depois o de Jesus Cristo, na época da Festa dos Tabernáculos. É claro! Se O Pai, quisesse que soubéssemos a data precisa do nascimento de Jesus, Ele nos mostraria isto, porém, que revelação simples e poderosa sabermos que no Tempo em que se comemora que habitamos em cabanas frágeis, Jesus Cristo se despiu de sua Glória e veio habitar entre nós. Bendito Emanuel, Deus Conosco!

Como podemos celebrar hoje SUCOT?

Podemos construir uma SUCAH (Cabana), e cobri-la com ramos de folhas, fato que ficará tão marcado na mente das crianças e que produzirá uma mudança de paradigma, nos conceitos que Satanás que incutir em nossas gerações.

Podemos, celebrar a Ceia do Senhor, e até mesmo ter refeições e dormir, nestas cabanas, contando histórias e relembrando, tudo o que o povo passou no deserto, e tudo o que Jesus fez por nós tendo se tornado homem, como qualquer um de nós.

Porém se cabe aqui uma sugestão, que cada um se motive neste SUCOT, a se tornar um Ensinador de Justiça e a gerar Redenção de princípios eternos, e esquecidos, na nossa geração. Motive-se para buscar a Deus, com intensidade afim de que O Poder das Últimas Chuvas do Espírito te alcancem para que efetivamente você possa participar da Maior colheita de vidas que este mundo já viu, e que juntos, possamos apresentar para O Nosso Deus e Rei, uma Colheita, de homens de todos os povos e raças e tribos e línguas e nações para o Nosso Senhor.

HAG SAMEACH SUCOT!!! Feliz Festa dos Tabernáculos!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Rosh Hashaná e Yom Kipúr

Rosh Hashaná (Ano Novo)
1 de tishrei (pôr-do-sol de 18/set ao pôr-do-sol de 19/set)

Yom Kipúr (Dia da Expiação)
10 de tishrei (pôr-do-sol de 27/set ao pôr-do-sol de 28/set)

Estamos no período de preparação para o Rosh Hashaná e Yom Kipúr. É um tempo de reflexão, de avaliação. Aproveitamos para fazer uma listinha básica de todos os pecados que cometemos no último ano e separar um momento de confissão e arrependimento no dia 28 de setembro.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Festas bíblicas 2009

Calendário judaico: 5769-5770
Calendário gregoriano: 2009

Pessach (Páscoa) e Hag HaMatsot (Pães Asmos)
15-22 de Nissan / 9 a 15 de abril

Shavuot (Pentecostes)
6 e 7 de Sivan / 29-30 de maio

Rosh Hashana (Ano Novo)
1 de Tishrei / 19 de setembro

Yom Kipur (Dia do perdão)
10 de Tishrei / 28 de setembro

Sucot (Tabernaculos)
15-21 de Tishrei / 3-10 de outubro